O INSTITUTO TOMIE OHTAKE de São Paulo

[¿Instalado em um modelo inédito de empreendimento, concebido para a cidade contemporânea, o Instituto Tomie Ohtake faz parte de um complexo, onde cultura, trabalho e lazer naturalmente estão integrados. O projeto, de autoria do arquiteto Ruy Ohtake, compreende dois edifícios para escritórios, um centro de convenções e um centro cultural, o INSTITUTO TOMIE OHTAKE.

Com o rosto de São Paulo o Instituto, comprometido com a expressão contemporânea e à luz da trajetória da artista, Tomie Ohtake, que dá nome ao espaço, tem como missão difundir e refletir, através de exposições, oficinas, cursos, debates e publicações, as grandes transformações ocorridas desde os anos 50 até aquelas que estão em curso hoje.

Tomando a inovação como método, o Instituto Tomie Ohtake tem como objetivo apresentar as novíssimas tendências estéticas, nacionais e internacionais, além daquelas que lhes servem de referência. Cobrir as suas variadas formas de expressão – das exposições de pintura e escultura às instalações multi-mediáticas, destacando igualmente a arquitetura e o design, além de ficar atento a outras linguagens que ganham os espaços expositivos, como cinema, teatro e literatura. Compartilhar as mostras que organiza com outras cidades brasileiras faz parte das metas da instituição, mediante o esforço sistemático para a realização de itinerâncias pelo país.

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O Instituto Tomie Ohtake, responde a uma de suas metas cruciais – a produção de conhecimento – por meio do seu Núcleo de Pesquisa e Curadoria, que estuda e amplia todos os conteúdos das mostras e respectivas atividades paralelas, das publicações e do setor educativo, aprofundando todas as questões que cercam o universo de atuação da instituição.

Está também entre seus fundamentos, aproximar o público – do leigo ao mais sofisticado – dos conceitos chaves relacionados com as principais modalidades expressivas da contemporaneidade, através de um programa educativo que envolve cursos de história da arte, pintura, gravura, literatura, filosofia,  cinema, música etc., e que também compreende debates e seminários com a participação de artistas, escritores, críticos e curadores, bem como toda a variada gama de pensadores que hoje se ocupa em pensar a cultura.

Faz parte de sua filosofia ainda estimular a prática artística – do pincel ao pixel -, através de cursos e workshops oferecidos em salas especialmente destinadas a esse fim, como também colocar seu know how no ensino da arte fora de sua sede e criar projetos que alcancem circuitos menos privilegiados ao acesso à cultura.

 

Tomie Ohtake é considerada a “dama das artes plásticas brasileiras” pela carreira consagrada, construída ao longo dos últimos cinqüenta anos, e pelo estilo ímpar de enfrentar a obra e a vida, nas quais força e suavidade têm o mesmo significado. A fama conquistada, desde a década de 60, nunca modificou o desafio a que se propõe: o eterno reinventar. A capacidade de renovação de Tomie está expressa nas diferentes fases de sua pintura e nas suas composições de gravura e escultura. É dessa intenção intuitiva permanente que brotam o frescor e o esplendor de sua arte celebrada pela crítica e pelo público até hoje, com sua vigorosa produção recente. “Sua poética ao invés de declinar, germina em outras direções e aos 89 anos, de Tomie Ohtake pode-se dizer que o outono cede espaço à primavera”, escreve o crítico Agnaldo Farias (abril, 2003).

Nascida no Japão (Kioto/1913), Tomie chega ao Brasil em 1936 e só começa a pintar aos 40 anos de idade, construindo uma trajetória como poucos artistas brasileiros conseguiram. Os anos

60, quando se naturalizou brasileira, foram decisivos para a sua maturação como pintora originária da abstração informal. O domínio da esfera técnica de seu trabalho foi então confluindo com sua personalidade, passando a servi-la plenamente. O controle do processo coincidiu com uma nova orientação dada progressivamente ao trabalho, segundo o qual ela foi substituindo a imaterialidade aparente de suas telas pelo estudo da relação forma-cor.

 

EXPOSIÇÃO SALVADOR DALÍ – INFORMAÇÕES IMPORTANTES

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FUNCIONAMENTO E DISTRIBUIÇÃO DE SENHAS:

Diariamente serão distribuídas senhas para visita à exposição Salvador Dalí.

As senhas, que terão validade apenas para o dia em que forem retiradas, são divididas em três horários de visitação: 11h, 14h e 17h.

A distribuição é feita na entrada do Instituto, das 10h às 18horas, ou até acabarem as senhas.

Serão distribuídas no máximo duas senhas por pessoa.

O Instituto Tomie Ohtake funciona de terça a domingo das 11h às 20horas e a última entrada na exposição Salvador Dalíé às 18horas.

A entrada é gratuita.

DICAS PARA SUA VISITA:

Não é permitido entrar com bolsas, sacolas e mochilas. As mesmas deverão ser deixadas no guarda-volumes do Instituto, na entrada da exposição;

O atendimento prioritário é restrito à pessoa mais um acompanhante;

A exposição pode ser fotografada, mas o uso de flash não é permitido;

Os dias mais tranquilos para visitação são as terças, quartas e quintas-feiras, entre 14h e 18horas.

Aproveite o audioguia da exposição no aplicativo do Instituto Tomie Ohtake, disponível para download na Apple Store ou GooglePlay;

VISITAS ESPECIAIS:

Para possibilitar a ampliação de conhecimentos acerca da exposição Salvador Dalí, o Instituto Tomie Ohtake criou um novo serviço, as Visitas Especiais.

Orientadas por educadores do nosso Núcleo de Ação Educativa, as visitas acontecem antes da abertura regular ao público, de terça a sexta-feira, das 9h às 10h30, em grupos de até 20 pessoas.

As Visitas Especiais são pagas e podem ser agendadas pelo aplicativo do Instituto Tomie Ohtake, disponível pela Apple Store ou pelo Google Play ou pelo link:

https://www.ingresse.com/profiles/institutotomieohtake.

 

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